Uma volta pela história do design de móveis...

O período do pós-guerra ficou marcado pelo consumo desenfreado, típico das épocas que se seguem a grandes depressões. Na decoração, jogava-se fora tudo o que se julgava velho, aderia-se a um novo estilo de mobiliário, o que significava um estilo de vida moderno e dinâmico. Uma década obcecada pela modernidade e pelo consumo de tudo que facilitasse o trabalho cotidiano

A partir da década de 1950, o design modernista teve total adesão da classe média. No Brasil, as experiências de linhas modernistas da década introduziram o design e a linguagem moderna no mobiliário nacional.

O mundo da decoração caminhava de maneira muito diferente em meados dos anos 1950. Móveis de pés palito, cadeiras e mesas de pernas longilíneas e até a disposição dos móveis na sala era extremamente distinta da atual. Estofados com tecido esticado, sem almofadas, estantes vazadas, plantas em jardineiras dentro de casa e paredes de pedra eram tendências da época. Com a invenção da televisão, as famílias passaram a se reunir ao seu redor, necessitando de um espaço diferenciado para acomodar todo mundo. Novos designers, cuja preocupação era produzir peças compatíveis com a arquitetura moderna, entraram em cena para revolucionar a decoração de interiores.

No dia 25 de agosto a arquiteta e designer de móveis Rejane Carvalho Leite esteve aqui na loja para contar um pouco da maneira que achou de extravasar seus sentimentos de forma produtiva e prazerosa no seu trabalho.

Segundo a designer, é na arquitetura, na natureza, nas texturas, na música, na poesia, nas artes plásticas, no cinema e outras inúmeras situações e vivências do cotidiano que renova sua fonte inspiradora. Seu trabalho une racionalismo e intuição estética utilizando as tecnologias de ponta para obter um produto atemporal.

Confiram as fotos do evento:

 

 

 


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